9 de janeiro de 2017

Tailândia #1 | Bangkok


Já passou o Natal, já passou o ano novo e até os reis já foram. Já passou mais de um mês, talvez tempo de mais, mesmo assim quero partilha convosco a minha viagem à Tailândia.

Tailândia foi a minha primeira viagem grande. Pensada há mais de um ano, marcada e organizada em 3 semanas, loucos diziam eles... Fomos, tudo correu bem e foram dias muito felizes, momentos especiais que vieram na melhor das alturas.

Ao chegar sinto-me logo noutro lugar, ajudou também as 12 horas de viagem. Os cheiros são outros, a luz não é igual, o calor é diferente e os caracteres que vimos escrito são indecifráveis, para nós. Há barulho e gente por todo o lado, mas tudo limpo e organizado.


Começemos pelo princípio, Bangkok. Uma cidade que pensei não gostar, surpreendeu-me. Uma cidade de contrastes, com coisa para todos. Prédios enormes ao lado de casas com jardim, centros comerciais super modernos e gigantes (o consumo lá é uma coisa em grande) ao lado carrinhos com comida de rua. Motas, muitas motas, por todo o lado. Regras, por onde entrar, por onde sair, filas ordeiras para entrar no skytrain. Bangkoke com toda a confusão, toda a onda cosmopolita, todo o transito mas, inexplicavelmente, as pessoas caminham tranquilamente, juro que não vi ninguém a correr para o que quer que fosse.



Entre o skytrain e o barco vamos a quase todo o lado, atenção para apanhar os barcos regulares e não os turísticos. Transporte de quatro rodas só se não houver alternativa, o transito, como já vos disse, é caótico. Numa das saídas de carro demoramos 50 minutos para fazer 2,5 km´s...






Andar a pé para mim é a melhor maneira de sentir o pulso às cidades. Em Bangkok andamos quilómetros. Fomos parando ao sabor do momento, em todos os locais que nos chamavam a atenção. Nestas caminhadas tive a certeza que Bangkok é uma cidade onde podia viver uma temporada.






Ao visitar a Tailândia é imperativo visitar alguns templos. Lindos, místicos, onde encontramos sempre crentes. A fé é uma coisas enorme na Tailândia, em todos os locais, espaços públicos ou privados encontram-se pequenos templos sempre com oferendas às divindades.
Quando visita os templos tenha em atenção que não se entra com blusas de alças e as pernas devem de estar cobertas, só assim é que pode visitar estes passos sagrados, estas regras aplicam-se a mulheres e homens.





Chinatwon, aí sim um enorme choque cultural. Pouco espaço, muita gente, odores fortes, muita poluição, mas que vale a pena visitar, nem que seja pelos dumplins que comi ao almoço num restaurante mesmo na entrada de Chinatown.






Outro local de passagem obrigatória são os mercados flutuantes. Escolhemos o Amphawa Floating Market por ser dos menos turísticos, muito frequentado por tailandeses, e por não ser muito longe de Bangkok. 
Para visitar estes mercados pode ir de autocarro, de táxi e até de Über, o serviço funciona muito bem na Tailândia e fica com a certeza que não foi enganado no preço do serviço.
Como fomos cedo e com tempo, fizemos um passeio de barco que foi óptimo para ver como se vive na imediações do mercado.


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